quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O onipotente


Eu vejo a luz como uma saída
Desse labirinto que se chama vida
Seguindo o caminho, jamais voltará
Trazendo a cruz, fechou a ferida
Se chegares lá, ira contemplar
O que seria conto, realidade será

Ouviu-se trovoadas, sentiu-se o vento
Dos homens perdidos, começou o lamento
Criatura em ouro se pôs a frente
Com ar soberano, chegou o onipotente
E o tal julgamento irá começar

Abriu-se o céu
Deram-se conta de seus atos
Tudo veio à tona
Pensavam que Dele, teriam proteção
Foi-se tudo na contramão
Tudo ali era em vão

Todos condenados
Chutados, largados
E ainda mostraram a sua grandeza
Em lágrimas
Todos passaram sufoco
E os que caíram loucos
Por acreditar que o presente iria acabar