Meu estigma afoga-se na dor da saudade daquela que já se foi. Meu corpo, enfraquece-se nos segundos ardentes em minha alma, esquecidos pelo teu ser. Luzes brilhantes, abraços maltratantes tendem a pulsar dentro de meu manto fibrilante. Friamente falando, posso sentir tuas delicadas mãos queimando-me naquelas tardes destiladas de tua afável primavera.
Em tua carta amável, procuro tuas digitais. No chulo linho, procuro o teu doce perfume. Em meu corpo, passo a procurar tua inesquecível companhia. Meu coração, dissonante, encontra-se no décimo andar, desencontrando-se nas escadas descontroladamente, em busca de tua visionária sombra, nos solitários carrosséis da vida.
Arritmo, meu pulso reclama por tuas saudades. Perco os sentidos, arranquei-me-à dos delírios da sensibilidade. Cavalos-marinhos, nos recifes, não se alocam mais. Tu abdicastes da coragem para tocar nas doze chaves de minha velha corrente. A porta esteve aberta, a segurança foi deslocada, somente, meu pobre coração, vazio, estagnou-se, levando-me ao nada.
Em tua carta amável, procuro tuas digitais. No chulo linho, procuro o teu doce perfume. Em meu corpo, passo a procurar tua inesquecível companhia. Meu coração, dissonante, encontra-se no décimo andar, desencontrando-se nas escadas descontroladamente, em busca de tua visionária sombra, nos solitários carrosséis da vida.
Arritmo, meu pulso reclama por tuas saudades. Perco os sentidos, arranquei-me-à dos delírios da sensibilidade. Cavalos-marinhos, nos recifes, não se alocam mais. Tu abdicastes da coragem para tocar nas doze chaves de minha velha corrente. A porta esteve aberta, a segurança foi deslocada, somente, meu pobre coração, vazio, estagnou-se, levando-me ao nada.