Esperando o ar sereno;
Sim, tão jovens... sorrisos tardios;
Verões incompreendidos;
Eu sei, sou de coração obsceno;
Fui-me na métrica da melodia;
Sem destino, sem chance;
Foi-se minha remendada fantasia;
Apenas o acaso memorizou os sonhos;
Gostaria de sentir como é minha vida?
Eu também...
Na luz, num tom sombreado distante.
O coração ou o amor nos controla? Bom, isto não sei, mas... vamos descobrir juntos?
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Tão seu...
Abandono em mim a vontade de ver a feliz cicatriz que minh'alma infere às minhas mãos trêmulas, surradas, segurando os medos que convém, esvaindo sonhos tão calejados. Meu espelho contenta-se com sorrisos mal pagos, incertos de sua volta, pedintes à sua vontade.
As coincidências não previram seus olhos, mas eles tem razão quando gritam que não aceito minha vaidade. Lágrimas vão ao chão, refrescam meu rosto. Coitado, não sabe perceber, salvar, perecer. Mas e se eu fosse a primeiro a mudar o que eu fiz? Quem eu seria?
Mas, se aqui, me espero, me atiro à sua condição. Dispenso a previsão, me atenho apenas ao show do temer. Tão displicentemente, apenas te queria cuidar, nas incertezas do acaso, apenas na espera do amanhã.
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