sábado, 18 de fevereiro de 2012

Coração vadio


O garoto eternamente atormentado;
Por trás do ódio, jaz;
Um desejo homicida por amor;
Como eles podem dilacerar em meus olhos;
E continuar sem acreditar em mim?;

Como podem ouvir-me, incredulamente, ditar as santas palavras;
E continuar sem acreditar em mim?;
E se eles não acreditam em mim agora;
Eles acreditarão algum dia?
E se eles não acreditam em mim agora;
Eles me esconderão no porão do amor algum dia?;

O garoto eternamente atormentado;
Por trás do ódio, jaz;
Um desejo inescrupuloso de roubar amor;
Como eles podem ver o horizonte rasgar em nossos olhos;
E continuar sem acreditar em nós?;
Parados, com os pulsos fraturados;
Ainda renego o doce invalidado;

E se tu não brincares sobre os choros celibatários agora;
Eu, em ti, acreditarei algum dia?
E quando quiseres, sob o coração vadio, perecer;
Como começarás?;
Por onde tu andarás?;
Quem, ainda, tu precisas desmerecer?;

"Vívido e no seu auge, você vai me deixar para trás..."