Aqui, em meu frágil peito, ela deitou;
Sua viscosa dívida, em foz, despejou;
Até que ela se levantou e disse:
"Estou faminta por diversão;
Vamos sair e pagar um anão."
O que faço com ela?
Segregado pela fagulha do desespero;
Morbidez de tuas emoções me despertaram;
Já queda livre, expulso da sagrada maravilha;
Os leões, já me passam em relento;
Vivo no imperfeito pretérito de meu travesseiro;
Respiros desconsolados, choros vendidos;
Teus males, destruiria com meu coração, sorrindo;
Mas, recusado, embrulhei-o no papel vagabundo;
Sim, aquele de palavras tripudiadas;
Doces lágrimas alcoolizadas embebiam arredios segundos de inverno;
Pegadas largadas, anos-luz de realidade;
Lábios deliciam-se na inverdade;
Falácias aprisionadas no teu medo;
O sonho se foi, mas o bebê é real;
Morbidez de tuas emoções me despertaram;
Já queda livre, expulso da sagrada maravilha;
Os leões, já me passam em relento;
Vivo no imperfeito pretérito de meu travesseiro;
Respiros desconsolados, choros vendidos;
Teus males, destruiria com meu coração, sorrindo;
Mas, recusado, embrulhei-o no papel vagabundo;
Sim, aquele de palavras tripudiadas;
Doces lágrimas alcoolizadas embebiam arredios segundos de inverno;
Pegadas largadas, anos-luz de realidade;
Lábios deliciam-se na inverdade;
Falácias aprisionadas no teu medo;
O sonho se foi, mas o bebê é real;