sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ponto final...



"Por que você jogou os dados? Mostrou suas cartas?"

         Caro leitor, todos nós sabemos que a ordem natural de tudo que nasce é... Nascer, crescer, reproduzir e morrer. Com um relacionamento, não é diferente, mas, podemos mudar sempre o contexto do que estamos fazendo. O verdadeiro amor, quando se instala em nosso peito, move céus, montanhas, retira todos obstáculos para vivermos em harmonia com quem realmente amamos, só existindo fim para quem realmente quer. Mas o que vemos é totalmente contrário ao que o verdadeiro sentimento prega, ou tenta.
         Quando realmente amamos, nós nos doamos completamente, buscamos sempre estar harmonizados com o/a amado/a, não existindo qualquer outro problema na vida dos dois, tudo é superado quando realmente existe união na vida de um casal. Relacionamento não é uma roda gigante, que subimos e descemos e, de bônus, damos uns gritinhos para gerar pânico na brincadeira. Os sentimentos do/a parceiro/a são sagrados, especiais, não são para se jogar fora, não são para desperdiçar. Não existe classe social, família, religião, raça, ou até vestibular que possa separar um laço quando se está bem amarrado.
         Então, caro leitor, não jogue dados, não mostre cartas quando não há possibilidade de ganho para a unidade. Quando entramos em algo deste tipo, devemos entrar "de cabeça", devemos ter forças e lutar para que tudo seja perpetuado, independentemente dos problemas encontrados no caminho. Lembrem-se, quando conquistamos algo com o nosso suor, quando realmente nos doamos, sempre iremos valorizar. Quando realmente se ama, quanto mais se dá, mais se têm. Amem incondicionalmente, sem bloqueios, façam parte do futuro do/a amado/a. Amem como se não existisse o amanhã. 

"Amo-te como se não existisse o meu próximo respiro..."

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