Aqueles dolorosos pingos de chuva;
Lavaram as pérolas negras de meus olhos;
Depositaram as lembranças no criado-mudo;
Tuas leis foram tatudas em meu mundo;
Em meu peito, está aquilo que te prometi;
Aquela salgada chuva;
Engatilhou todos os planos;
Gélido, meus dedos tentam te tocar;
Minhas lágrimas saem da terra mundana;
Minha boca, omitida, engole à seco teu olhar;
Por favor, mostre outra vez o caminho;
Com o nó na garganta, não posso mais gritar;
Estou enfraquecido pela visão;
Daquela glória que, em mim, não existe mais;
Aqui, continuarei até o próximo inverno me pegar;
Não há mais diferença;
Aquele vento me balança nervosamente;
Aquele beijo está em minha mente;
Naquele espelho, lá estou e nada o pode derrotar;
Agarro-me naquele fio de esperança e peço para Ele me olhar;
Há uma floresta cheia das rosas que temo;
Mas, eu entrarei, se, a mim, for dado um tempo;
Acelero meus passos, com os dedos cruzados;
Estou a caminho, minha alma, resgatarei;
Falarei o que penso, eu me importarei;
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