Este
sentimento confuso e concreto, o amor, o gostar, desenvolve-se de forma
independente e marca cada individuo de forma diferente como uma impressão
digital, mas justamente, por ser algo bem pessoal, acabamos confundindo prazer
individual com o sentimento real, assim, nos privando dos verdadeiros e puros
valores.
Para alguns, o
sinônimo deste maravilhoso sentimento é prender, controlar, humilhar-se para
o/a parceiro/a. Caro leitor, pergunto-te: Isso tem algum sentido? A confiança,
o carinho, o bem-estar, a proteção fazem parte do seio amoroso. Também não é
rejeitando a ligação do seu “amado/a” que conseguirá mantê-lo/a longe e, de
bônus, dizer que o “ama”. Ele/a não quer sua compaixão, quer apenas seu amor,
precisa apenas de sua presença na sua vida. Isso não existe, se queres viver
solto/a, beijando sem saber nem o número do telefone do sujeito e ainda por cima,
viver “desgrudado/a”, então, não arraste alguém que realmente preza por você
para seu mundo mesquinho e frio.
Não confunda felicidade
momentânea e a plena. A frieza, o vazio, o sofrimento de não ter um ombro para
chorar, não ter alguém para te dar a mão, não ter alguém para sonhar sempre
estará com você. O mais importante é que
você saiba eliminar este mal, agindo de maneira consciente, sendo útil, fazendo
o bem para si mesmo e para as outras pessoas.
"Podemos valorizar este sentimento por cada carícia, por cada gesto meigo, por cada bem praticado."
Poxa você que faz esses textos? excelente!Muito lindo e romântico assim como você...
ResponderExcluirAcredito que não ha nada melhor que o reconhecimento que você é excelente no que escreve!
ResponderExcluirMuito obrigado... Nunca esqueça, devemos seguir o que há dentro de nós.
ResponderExcluir